Ela

Ela
se arrematava ao vento na esperança de um dia se restaurada
Ela se matava todos os dias de pouco a pouco, a sua alma
Seu reflexo era seu passado
Liberdade?
Enganação
Compreensão?
Enganação
Bons amigos?
Enganação
Ela própria era boa?
Se perguntava
Tudo que uma vez achou ter conhecido e pensando que era bom, era a visão de sua inocência
Na constância do dia quando alguem a olhava tentava se convencer que sim, mas nas horas em que todos ao seu ao redor estavam com os olhos virados para os seus momentos. A sua mente corria em círculos para aquela contraditória e simplório pergunta: “ela merece viver?”
Viver, tão pesado
Eu te desafio a ser questionar responder, caro desconhecido leitor.
Ela merecia viver?’

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